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Fontes e metodologia

O site mostra duas coisas, sempre separadas: o registro oficial da candidatura, que vem do TSE, e os projetos de lei apresentados por quem hoje é deputado federal ou senador, que vêm da Câmara e do Senado. Cada uma tem origem e limite diferentes. Nada aqui é opinião ou avaliação sobre candidatos.

Dados oficiais das candidaturas

Oficial · TSE

Nome, número, partido, cargo, situação da candidatura e demais dados cadastrais vêm dos arquivos públicos do Tribunal Superior Eleitoral, sem edição de conteúdo. Cada importação é reproduzível: rodar de novo o mesmo processo sobre o mesmo arquivo produz o mesmo resultado, com a origem de cada registro preservada.

Nomes e cargos são exibidos com capitalização normal para facilitar a leitura. O conteúdo do registro não muda: a grafia original continua sendo a do arquivo oficial.

Projetos de deputados federais e senadores

Legislativo

Lemos os dados abertos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal para saber quais projetos cada deputado federal e cada senador em exercício assinou. Quem exerce mandato e também é candidato em 2026 tem esses projetos na página da candidatura, qualquer que seja o cargo que disputa agora.

O nome sozinho não basta para essa ligação: há homônimos, e muita gente troca de partido ou de nome de urna entre o mandato e o registro da candidatura. Na Câmara, o deputado é ligado à candidatura pelo CPF. O Senado não publica CPF, então o senador é ligado pela data de nascimento somada ao nome, com o estado como desempate. Quando esses dados não apontam para uma única candidatura, nenhum projeto é exibido: preferimos deixar de mostrar a atribuir a alguém um projeto que não é dele.

Entram só os projetos de lei, projetos de lei complementar e propostas de emenda à Constituição (no Senado, também os PLS e PLC, nomes que esses projetos já tiveram). Emendas, requerimentos e votações ficam de fora: numa amostra, a maior parte do que um deputado assina são emendas, e publicar tudo esconderia os projetos no meio do volume.

Cada projeto diz se a pessoa foi autora ou coautora, quando a fonte informa. A diferença importa: uma proposta de emenda à Constituição precisa da assinatura de ao menos 171 deputados ou 27 senadores, e assinar junto não é o mesmo que propor. Cada registro mantém a casa de origem, o tipo e o número do projeto e o link para a ficha oficial, onde dá para ler o texto e acompanhar a tramitação.

Ausência de registro e limites de leitura

Só há projetos para quem hoje é deputado federal ou senador. Vereadores, deputados estaduais, prefeitos, governadores e quem já teve mandato federal mas não o exerce agora aparecem sem registro legislativo. Não ter registro aqui não significa que a pessoa não atuou, não votou ou não se posicionou.

Pela mesma razão, um candidato com mais projetos não é melhor: número de projetos mede volume de assinaturas, não qualidade de mandato, e não diz se algum deles virou lei.

A colinha só guarda as escolhas que você faz: ela não sugere candidato, não calcula pontuação nem ordena ninguém por ranking.

Limites desta etapa

Esta versão se limita a dados públicos oficiais: as candidaturas registradas no TSE e os projetos da Câmara e do Senado. Informações enviadas por pessoas, análise política e recomendação de voto não fazem parte dela.

Os dados das candidaturas refletem a última extração publicada pelo TSE. Mudanças posteriores, como uma candidatura deferida ou indeferida depois dessa data, aparecem na atualização seguinte.